Lula quer negociar nossas terras raras em troca de não classificar pcc e cv como terroristas
O presidente Lula viaja nesta semana a Washington para um encontro com Donald Trump marcado para quinta-feira 07, e a pauta carrega tensões que revelam muito sobre as prioridades do governo petista. Entre os temas centrais estão os minerais críticos e as terras raras brasileiras — riquezas naturais que os Estados Unidos cobiçam — e a resistência do Planalto à intenção americana de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
O Brasil detém posição de destaque mundial nas reservas de minerais estratégicos, respondendo por 66,7% das reservas globais de nióbio, 24,7% das reservas de terras raras, além de volumes expressivos de grafite, manganês, bauxita, lítio, níquel e urânio. São recursos essenciais para a fabricação de tecnologias de ponta, e Washington quer garantir acesso a eles. Uma mineradora americana, a USA Rare Earth, já sinalizou esse interesse ao anunciar, no fim de abril, a compra da brasileira Serra Verde por US$ 2,8 bilhões.
Os Estados Unidos avaliam a possibilidade de classificar o PCC e o CV como entidades terroristas, e o governo brasileiro, via Itamaraty, já manifestou oposição formal à medida, tratando as facções como crime organizado, não como grupos de motivação terrorista. A argumentação do Planalto é que a legislação brasileira não reconhece facções com fins exclusivamente criminosos como grupos terroristas, uma vez que a Lei Antiterrorismo exige motivação ideológica, política ou religiosa para essa classificação.
O mais absurdo de tudo isso, é ver Lula negociar absolutamente tudo para não classificar essas organizações como terroristas, já que são responsáveis por colocar toda droga no Brasil e até mesmo no exterior.







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