Lula que comemorou COVID, pressiona perseguição aos médicos, ministros e até presidente durante atuação na pandemia
Na tarde desta segunda-feira, 11, o presidente Lula proferiu declarações que não podem passar despercebidas.
Em seu discurso, Lula partiu do princípio de que presidentes não são obrigados a saber tudo, mas deveriam ao menos ouvir quem sabe. Cobrou de Bolsonaro a formação de um comitê de especialistas e criticou os três ministros da Saúde da gestão anterior, classificando o segundo como “vendedor de remédio” e o terceiro, um general, como alguém que “não sabia absolutamente nada”. Foi além e atacou médicos e parlamentares que defenderam a cloroquina, chegando a sugerir ao ministro Padilha que processos por crime contra a humanidade deveriam ter sido abertos contra essas pessoas.
O que Lula convenientemente omite é que, enquanto o mundo chorava suas vítimas, ele comemorou o surgimento do monstro que foi a Covid-19.
O problema é que, enquanto aponta dedos, o TCU divulgou nesta mesma segunda-feira que seu governo desperdiçou mais de R$ 260 milhões em vacinas Coronavac. E mais: mais de 16 mil pessoas morreram de Covid já durante a sua gestão.
Se a lógica aplicada por ele aos outros vale para todos, a pergunta é inevitável: por que Lula estaria isento da mesma cobrança que faz questão de dirigir ao antecessor?







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