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Belo Horizonte,12/04/2026

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Pela Segunda Vez, Delegado Conclui que Bolsonaro Não Interferiu na PF


Pela Segunda Vez, Delegado Conclui que Bolsonaro Não Interferiu na PF

A Polícia Federal encerrou suas diligências e chegou, mais uma vez, à mesma conclusão técnica: não houve interferência indevida de Jair Bolsonaro na corporação durante seu governo. O entendimento foi formalizado em relatório complementar produzido após a reabertura do inquérito, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Com o trabalho policial concluído, o processo seguiu para análise da Procuradoria-Geral da República.

O inquérito original investigava supostas tentativas do ex-presidente de influenciar o comando da PF. A tese sustentada era a de que Bolsonaro teria agido motivado pelo avanço das investigações sobre fake news contra aliados políticos. Já no governo anterior, a própria PF havia descartado a interferência em um primeiro relatório, o que levou o então procurador-geral Augusto Aras a pedir o arquivamento. O processo só voltou à pauta por ordem do Supremo.

Agora, o procurador-geral da República tem dois caminhos à frente: requisitar novas diligências que considere necessárias ou pedir ao STF o arquivamento definitivo do caso. Com duas conclusões técnicas idênticas nas mãos, a pressão por encerramento cresce, e qualquer decisão em sentido contrário precisará se sustentar diante de uma investigação que, por duas vezes, não encontrou o que buscava.





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