Servidora Suspeita de acessar dados da esposa de Moraes espera horas com tornozeleira em cela masculina
Uma servidora investigada por acessar dados sigilosos da esposa do ministro Alexandre de Moraes foi submetida a uma situação que levanta questionamentos sobre procedimentos e critérios adotados pelas autoridades.
A mulher teria aguardado cerca de quatro horas para a instalação de uma tornozeleira eletrônica enquanto permanecia em uma cela masculina, circunstância que chama atenção não apenas pelo constrangimento, mas também pela forma como o caso foi conduzido.
De acordo com o Estadão, o acesso indevido às informações ocorreu dentro de uma unidade da Receita Federal, no Guarujá, envolvendo dados considerados sensíveis.
Ainda segundo as informações divulgadas, a servidora é investigada por ter consultado registros ligados à esposa do ministro, o que deu início a uma apuração sobre possível uso irregular de sistemas internos do órgão.
O episódio, no entanto, vai além da investigação em si. A forma como a suspeita foi tratada — incluindo a permanência em um ambiente inadequado — levanta dúvidas sobre a proporcionalidade das medidas e o respeito a garantias básicas, mesmo em situações de apuração.
Tem sido muito assustador tudo que está acontecendo, mas até agora o presidente Edson Fachin apenas silencia, como se não fosse no tribunal que ele preside.







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