PF aponta gestão fraudulenta e diz que aliado de Alcolumbre destinou R$ 400 milhões ao Master sem exigir documentos
A Polícia Federal apontou indícios de gestão fraudulenta e afirmou que um aliado do senador Davi Alcolumbre esteve envolvido na destinação de recursos ao Banco Master sem a exigência de documentação técnica adequada. Segundo as investigações, cerca de R$ 400 milhões foram aplicados pela Amprev (instituto de previdência do Amapá) em decisões tomadas em menos de 20 dias, ignorando alertas internos e riscos apontados por conselheiros.
De acordo com o relatório, a aplicação foi aprovada mesmo após advertências sobre a concentração de recursos no banco, a recusa de instituições em adquirir títulos ligados à operação e notícias de apurações em órgãos de controle. Ainda assim, a deliberação avançou condicionando a análise documental apenas posteriormente, sem exigir previamente informações técnicas complementares — procedimento considerado atípico pelos investigadores.
A PF sustenta que dirigentes ligados à decisão tiveram papel central na condução das reuniões e na execução dos aportes, enquadrados em investigação por possível gestão fraudulenta ou temerária de instituição financeira.







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