Toffoli fica irritadinho e diz que vai entrar com representação contra procurador do MPF

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli toma posse no cargo de presidente da Corte.

O STF inicia um massacre na Operação Lava Jato, o ministro Toffoli, disse que vai entrar com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e na corregedoria do Ministério Público Federal (MPF) contra o procurador da República Diogo Castor, da Lava Jato.

O presidente do STF, Dias Toffoli, se irritou com o julgamento sobre a competência da Justiça Eleitoral para conduzir inquéritos de investigados na Operação Lava Jato.

As críticas do ministro, foi por meio do advogado Ricardo Pieri Nunes, ao tomar conhecimento das críticas feitas pelo procurador em um artigo publicado no site O Antagonista.

O procurador da Operação Lava Jato, criticou a competência da Justiça Eleitoral para realizar julgamentos dos casos relacionados a corrupção.

O outro argumento utilizado pelo procurador foi dizer que os tribunais são compostos por indicados políticos, o procurador Castor, disse que o STF ensaia um “novo golpe à Lava Jato”. De acordo com o procurador, a Justiça eleitoral “historicamente, não condena ou manda ninguém para prisão”.

Agora nenhum membro do MPF poderá criticar o poder judiciário que será processado, mais essa agora.

Toffoli disse que a corte não pode sofrer ataques da Força-tarefa da Lava Jato, e que :

“Farei e anuncio uma representação ao Conselho Nacional do Ministério Público e a corregedoria do Ministério Público Federal em razão dos ataques desse procurador à Justiça Eleitoral. Não é admissível esse tipo de ilação. Críticas no debate jurídico, críticas a respeito do posicionamento técnico-jurídico, da linha jurídica, isso é necessário, faz parte da dialética. Agora, a calúnia, a difamação, a injúria não serão admitidos”.

Os procuradores do MPF, alegam que o julgamento pelo eleitoral, poderá ter efeito nas investigações e nos processos que estão em andamento nos desdobramentos da operação, que ocorrem em São Paulo e no Rio de Janeiro, além do Paraná. A punição prevista para crimes eleitorais é mais branda em relação aos crimes comuns.

De acordo com o procurador do MPF, Deltan Dallagnol, o julgamento afetará o futuro dos processos da operação Lava Jato.

Já os ministros do STF consideram que os argumentos dos procuradores são extremados e não tem fundamento. Para o ministro Marco Aurélio, a decisão não terá grande impacto na investigação. “Não esvazia em nada a Lava Jato, é argumento extremado, que não cabe.”

A pressa passa, a consequência fica! Uma campanha Detran e Governo do Estado

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