Lula admite que quebrou o brasil e confessa estar preocupado com rombo de R$11,1 trilhões
Durante a sabatina do Jornal Nacional, realizada nesta quinta-feira, 15, o presidente Lula foi questionado sobre temas relacionados à economia e à condução de seu governo.
O cenário fiscal brasileiro segue sob atenção, diante do crescimento da dívida pública e dos desafios para equilibrar receitas e despesas. Em agosto de 2026, a dívida bruta do país chegou a 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central divulgados em setembro.
Em agosto deste ano, Lula dizia não estar preocupado com a dívida pública. Mas agora já admite que a situação é preocupante, mas mesmo assim é pensando na sua reeleição e liberando o pacote de bondades que já passa de R$300 bilhões.
Dívida bruta do governo geral:
R$ 11,1 trilhões
Equivalente a 82,9% do PIB brasileiro. Inclui as dívidas dos governos federal, estaduais e municipais, além do INSS.
Dívida pública federal
R$ 9,29 trilhões
Dívida líquida
R$ 9,2 trilhões
- Juros da dívida: mais de R$ 1,18 trilhão acumulado em 12 meses até agosto de 2026.
- Déficit público: R$ 82,1 bilhões acumulados em 12 meses até agosto, segundo os dados divulgados pelo Banco Central.
Previsão para a dívida federal: o Tesouro Nacional projeta que ela termine 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.
Mas por quê a dívida só cresce?
- O governo Lula gasta mais do que arrecada em determinados períodos.
- Os juros aumentam o custo de manter e refinanciar a dívida.
- O Tesouro emite títulos para financiar despesas e substituir títulos que vencem.
- O crescimento econômico influencia a relação entre a dívida e o PIB.
Para entender melhor, é quando:
- Uma parcela maior do orçamento pode ser destinada ao pagamento de juros.
- O endividamento elevado pode dificultar a redução dos juros e limitar recursos disponíveis para outras despesas públicas.
- A trajetória da dívida depende das receitas, dos gastos, dos juros e do crescimento da economia.








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