O Carnaval de Natal 2026 consolidou-se como um dos maiores eventos populares do calendário da capital potiguar, movimentando mais de R$ 346 milhões na economia local. O resultado divulgado na manhã desta terça-feira (17) pelo Instituto Fecomércio RN (IFC) representa um crescimento expressivo de 75,9% em relação a 2025, acompanhando a ampliação do público, que ultrapassou a marca de 1 milhão de pessoas, segundo estimativas da Prefeitura do Natal.
A pesquisa analisou a percepção de empresários e o perfil dos participantes durante o período carnavalesco. O levantamento reforça o impacto positivo da festa tanto para o setor produtivo quanto para a cadeia do turismo e serviços da cidade.
Na ocasião, o prefeito Paulinho Freire destacou a importância dos resultados e o impacto positivo da festa para a cidade. “É uma grande alegria ver aquilo que já havíamos percebido durante os dias de folia se confirmar com números concretos. Esses resultados são fundamentais para orientar nossos próximos passos: fortalecer a atração de turistas, ampliar a geração de renda e o incentivo ao empreendedorismo, intensificar as parcerias com a iniciativa privada e seguir desenvolvendo Natal. Nosso objetivo é fixar cada vez mais o Carnaval, o São João, o Natal em Natal e todas as nossas festividades no calendário nacional, projetando a cidade e impulsionando sua economia”, afirmou Paulinho.
Do ponto de vista econômico, o cenário foi amplamente favorável. Cerca de 80,2% dos empresários avaliaram o movimento como bom ou muito bom, e a nota média geral alcançou 8,12. O gasto médio diário dos foliões foi de R$ 237,24, enquanto a renda média familiar dos participantes superou R$ 6,4 mil. Já o investimento médio realizado pelos empreendedores para o período ultrapassou R$ 4,6 mil, representando um crescimento de 32% em relação ao ano anterior.
A secretária municipal de Cultura (Secult) e presidente da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), Iracy Azevedo, comentou que os números refletem o trabalho da Prefeitura na organização e fortalecimento do Carnaval como vetor de desenvolvimento econômico, apostando na descentralização dos polos, na valorização cultural e na oferta de programação gratuita e acessível à população.








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