A Cidade Social será erguida em uma área antes abandonada, no bairro da Redinha, para atender 10 mil pessoas por ano em situação de vulnerabilidade social. A ordem de serviço para o início da obra foi assinada na tarde desta sexta-feira (27) pelo prefeito Paulinho Freire, no local onde será erguido o empreendimento - uma área de 10 mil metros quadrados, na comunidade da África.
O projeto é inédito no país e histórico para a rede de assistência social de Natal. Diferentes equipamentos assistenciais estarão reunidos em um único espaço, moderno e pensado para atenção e promoção do desenvolvimento socioeconômico das pessoas em situação mais vulnerável. A previsão para entrega da obra é de 10 meses, com os primeiros serviços já iniciados no local, incluindo a instalação dos tapumes e a limpeza do canteiro de obras.
Esta será a primeira Cidade Social construída pela Prefeitura. Segundo Paulinho Freire, há recursos e planejamento para a construção de outras três, em cada região da cidade. “É um projeto fantástico. Durante nossa campanha, eu enfatizei muito que pretendíamos cuidar de gente. E é isso que temos feito. A Cidade Social vai dar dignidade às pessoas que mais precisam”.
E, além de dignidade, a secretária municipal de Trabalho e Assistência Social, Nina Souza, também destacou a economia gerada ao município ao relatar a idealização do projeto. Segundo ela, quando assumiu a Semtas, havia 40 equipamentos geridos pela secretaria, sendo 28 em prédios alugados, com despesa em torno de R$ 5 milhões mensais aos cofres municipais.
“Quando vi essa situação, fui ao gabinete do senador Styvenson e expliquei minha ideia de projeto para resolver esse gargalo e o valor do empreendimento: R$ 10 milhões. Ele disse: ‘Está garantido’. E aqui estamos, graças ao senador e ao apoio e contrapartida financeira da Prefeitura, realizando esse sonho que irá transformar a vida de tantas pessoas”, disse a secretária.
A Cidade Social reunirá em um só local os serviços da rede municipal de assistência social. Atualmente, cerca de 45 equipamentos públicos, como Cras e Creas, unidades de acolhimento, conselhos tutelares e centros de abastecimento, funcionam em imóveis alugados, muitos deles sem todas as condições adequadas de acessibilidade exigidas pelos órgãos de fiscalização.
Além dos serviços sociais que atendem crianças, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade, a Cidade Social incluirá quadra coberta, quadra de vôlei de areia e quadra de basquete, promovendo saúde, lazer e convivência comunitária.








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