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Belo Horizonte,06/03/2026

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Investigação aponta que Lulinha pagava “mesada” a Jonas Suassuna ligada ao sítio de Atibaia


Investigação aponta que Lulinha pagava “mesada” a Jonas Suassuna ligada ao sítio de Atibaia

A quebra de sigilo bancário do Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, revelou transferências que somam cerca de R$ 700 mil para o empresário Jonas Leite Suassuna Filho, ligado ao sítio de Atibaia, em São Paulo. De acordo com o Metrópoles, os pagamentos eram feitos de forma periódica e, na maior parte dos meses, ficavam em torno de R$ 10 mil, embora em alguns períodos tenham alcançado R$ 50 mil, como ocorreu em junho e julho de 2024.  


De acordo com os registros bancários analisados, as transferências foram realizadas por TED, sem descrição sobre a finalidade dos valores. Os depósitos eram feitos em uma conta de Suassuna no Banco Santander, vinculada a uma agência no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro.  


Jonas Suassuna foi ex-sócio de Lulinha na empresa BR4 Participações e apareceu como um dos proprietários formais do sítio de Atibaia, imóvel que ganhou destaque nas investigações da Operação Lava Jato. Quando o caso veio à tona, em 2016, Suassuna também chegou a pagar o aluguel do apartamento onde Lulinha morava.  


Os dados fazem parte da análise da movimentação financeira de uma das contas de Lulinha, que, segundo os registros, movimentou cerca de R$ 19,3 milhões entre 2022 e 2025.  


Nos últimos dias, a defesa do empresário afirmou que ele não possui ligação com o chamado “Careca do INSS” nem com o esquema de descontos indevidos em aposentadorias investigado no Congresso. Os advogados dizem que Lulinha prestará esclarecimentos ao Supremo Tribunal Federal (STF), considerado o foro adequado para tratar do caso.  




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