Mensagem anual: Fátima defende legado de reconstrução e cita novo ciclo de desenvolvimento

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, fez nesta terça-feira (10), a leitura da mensagem anual do Executivo. Na sessão solene aberta pelo presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), as galerias e plenário do Legislativo estadual estavam lotados.
A solenidade contou com a presença de representantes de todos os poderes, além de representantes políticos da esfera federal, estadual e municipal, como a deputada Natália Bonavides e os vereadores Brisa Brachi, Daniel Valença, Thabatta Pimenta e Eribaldo Medeiros, além dos servidores, secretários, diretores, coordenadores e auxiliares. Também se fizeram presentes os deputados Ezequiel Ferreira (PSDB), Francisco do PT, Dr. Bernardo (PSDB), Hermano Morais (PV), Vivaldo Costa (PV), Ubaldo Fernandes (PSDB), Nelter Queiroz (PSDB), Ivanilson Oliveira (União), Taveira Júnior (União), Eudiane Macedo (PV), Terezinha Maia (PL), Isolda Dantas (PT) e Divaneide Basílio (PT).
Em seu pronunciamento, Fátima fez um amplo balanço das ações do governo, relembrou o cenário crítico encontrado no início da gestão e projetou os resultados das políticas públicas em andamento, reafirmando compromissos com o desenvolvimento social e econômico do Estado.
Logo no início do discurso, Fátima Bezerra contextualizou a situação herdada, marcada por "grave crise fiscal, desorganização administrativa e fragilidade na prestação de serviços essenciais". Segundo a governadora, o Rio Grande do Norte enfrentava salários atrasados, endividamento elevado e perda da capacidade de investimento, o que exigiu medidas duras e planejamento estratégico. “Assumimos um Estado em profunda dificuldade, com compromissos básicos comprometidos e sem margem para investimentos”, relembrou.
A governadora destacou que a prioridade inicial da gestão foi recuperar o equilíbrio financeiro e reconstruir a capacidade institucional do Estado. De acordo com ela, esse processo foi conduzido com responsabilidade fiscal, diálogo com os poderes e valorização do serviço público. “Foi preciso muito trabalho, seriedade e compromisso para reorganizar as finanças e devolver ao Estado a capacidade de planejar e executar políticas públicas”, afirmou.






COMENTÁRIOS