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O Ministério Público Federal (MPF) da 5ª Região emitiu pareceres contrários à concessão de habeas corpus para o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB) e o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), que tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte. De acordo com o documento emitido pelo MPF-5 ontem, há indícios de que os dois réus praticaram os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro de forma continuada.

As defesas de ambos tinham solicitado a revogação das prisões preventivas ao TRF-5, unidade da Justiça Federal com sede no Recife que concentra processos que tramitam em seis estados no Nordeste, incluindo o Rio Grande do Norte.

De acordo com o MPF, a manutenção da prisão preventiva dos dois ex-parlamentares é necessária para evitar a continuidade de práticas ilícitas e assegurar a efetividade da aplicação das leis penais. Ainda de acordo com o órgão, o ex-deputado e ex-ministro do Turismo Henrique Alves, se solto, poderia manipular eventuais provas de crimes que cometeu, como ocultação de quantias ilícitas no exterior. Para o Ministério Público, a manutenção da prisão preventiva de Henrique Alves ainda tem o objetivo de evitar uma possível fuga para outro país, já que ele realizou viagens internacionais nos últimos anos e “tem a seu favor a logística necessária para ausentar-se do país”.

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Conteúdo Globo