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O Ministério Público Federal decidiu instaurar procedimento para apurar a legalidade do sistema de videomonitoramento implantado pela Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) e que vigora desde o domingo (10).

A medida foi determinada pelo procuradora-chefe da Procuradoria da República no Rio Grande do Norte, Caroline Maciel. O procedimento ainda não tem um procurador designado.

A iniciativa se assemelha ao que foi feito em maio em Fortaleza. Lá o MPF pediu a suspensão das multas por videomonitoramento e a retirada das câmeras usadas para esse tipo de fiscalização. Em liminar, a Justiça Federal daquele estado negou o pedido. O mérito ainda não foi julgado.

O procedimento do MPF no Rio Grande do Norte poderá concluir pelo arquivamento ou por pedidos como o feito no Ceará. O órgão de investigação federal poderá ainda emitir recomendações sugerindo mudanças.

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As alegações legais para contestar o videomonitoramento são da violação da privacidade. Por outro lado, os órgãos que defendem a implantação sustentam que o direito à vida e à segurança devem se sobrepor ao da privacidade.
Conteúdo Dinarte Assunção

Do blog: As câmeras da STTU, tem raios infravermelhos que identificarão o que está sendo feito “DENTRO DO CARRO”, ou seja, ninguém terá privacidade para fazer absolutamente nada, porque estará sendo vigiado pelos guardas municipais. E, para ficar claro.. As câmeras não servirão para garantir a segurança do cidadão, apenas para observar os motoristas e fazer autuações.