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O juiz da 10ª Vara Federal de Brasília Vallisney Oliveira ouviria nesta 3ª feira os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RJ), o operador Lúcio Funaro e seu ex-sócio, Alexandre Margotto, além do ex-executivo da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto. Os interrogatórios, porém, foram adiados.

Segundo o advogado de Lúcio Funaro, Bruno Espiñeira, documentos da delação premiada de seu cliente ainda não foram juntados ao processo. Por isso o adiamento. O material está com o STF (Supremo Tribunal Federal).

As defesas de todos os envolvidos precisam ter acesso aos documentos. O acordo de delação de Funaro foi homologado pelo ministro Edson Fachin em 5 de setembro.

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Conteúdo/Fotos Agência Brasil/VEJA/ Senado